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Motor de Popa: Mercury

É muito frustrante colocar o botinho na água e o motor não pegar. Remar faz muito bem pro corpo, mas o motor de popa tem sua hora. 😉

Nossa primeira aquisição foi um Mercury 3.3, que é pequeno e leve, mas potente o suficiente para uma curta navegação no nosso bote de 2 metros.

Com o tempo aprendemos que um dos principais motivos desse modelo não funcionar, eventualmente, era a oxidação de pequenas partes no coração do carburador, provocada pelo álcool contido na gasolina nacional. Para evitar essa dor de cabeça é muito importante que se faça uma limpeza no carburador, sempre que o motor for ficar sem uso por mais de uma semana.

É dessa limpeza, especificamente, que falamos nesse vídeo.

Outros cuidados, como adoçar o motor após o uso e monitorar a funcionamento regular da refrigeração, também são indispensáveis.

Fundeio Seguro

Toda segurança é pouca na hora do fundeio.

Até mesmo quando o mar e o vento estão tranquilos, fica a pergunta martelando: “Será que o ferro vai garrar?”. Traduzindo: “Será que a âncora vai nos deixar na mão?”.

A bordo dispomos de 3 modelos de ferro (Fortrex, Bruce e Arado) com 2 amarras de 60m, 30m de corrente e 30m de cabo, cada uma.

No Zíngaro o Comandante usa um sistema denominado de Cabresto para evitar esforços indesejáveis no guincho, na ferragem de pro e nos cunhos, quando o vento está mais forte.

Apesar de dezenas de fundeios bem sucedidos, houve um em particular que nos deu grande susto e nos trouxe muita experiência. Vamos falar sobre como quase perdemos o Zíngaro contra um molhe de pedras em Camamu-BA, não fosse a intervenção e o carinho dos amigos que estavam fundeados próximos (Marcelo Balbo do Thalassa, à época); Fernando Maciel do Planeta Água e um dos tripulantes (já falecido) do Rebojo, gaúchos da Lagoa Mirim).

Assista ao vídeo e guarde mais essas sugestões!

 

Malditas Cracas

As Cracas são o terror de todos os navegantes. Com ela, grudada no casco, o barco perde muito em velocidade. Então, todos os anos o barco tem que ser docado para raspagem e pintura com tinta especial. A tinta anti-incrustante e a operação custam os olhos da cara, além de envolverem muita mão de obra. Além disso, entre uma e outra docagem, eventualmente o casco precisa ser raspado antes de uma navegada.

Faz 5 anos que estamos livres desse trabalho de raspagem, graças a uma feliz coincidência e nossa curiosidade e desprendimento para testar o novo.

Nesse vídeo vamos falar sobre duas descobertas que estão nos fazendo “felizes”: O Ultrasson Sonihull e o C.R.Z, um spray de Galvanização a Frio.

Créditos:
Fotografia do casco com cracas: http://www.boatsandoutboards.co.uk
Fotografia do hélice: Flickr User Alison Domzalski

Manutenção fora d´água

  • 20/06/2016

Em maio de 2016, no Iate Clube do Rio de Janeiro, tiramos o barco da água para manutenção do bow thruster. Mais especificamente a troca do seu óleo, que não pode ser feita com o Zíngaro na água.

Para aproveitar a lingada demos mais duas demãos de tinta anti-incrustante International Micron Premium no fundo do casco, embora não fossem necessárias, pois o resultado do ultrasson tem sido extremamente satisfatório na proteção do casco contra as malditas cracas.

Também polimos o costado, que estava bem maltratado e refizemos a pintura do hélice com CRZ (galvanização a frio).
Além disso, algumas coisinhas de rotina como trocar os filtros nas entradas de água (ralinhos de pia ;-)), checar as válvulas de fundo, trocar anodos, verificar existência de osmose etc.

Diesel: Cuidados!

Apesar dos veleiros usarem pouco motor é fundamental que ele funcione sempre que precisarmos, seja apenas em uma atracação ou numa eventual emergência.

Tenha muito cuidado com seu tanque de diesel! Um das causas mais comuns de pane é o entupimento do filtro por borra de diesel, impedindo que o combustível chegue ao motor.

Desfrute desse vídeo em que o Comandante compartilha suas experiências!

Referência:
http://www.grupoamigosdorio.com.br/artigos/Conheca%20o%20Diesel.pdf